27 jun

REPRESENTAÇÃO ARTÍSTICA NAS REDES SOCIAIS

O incentivo para a leitura visual das obras de artistas nas redes sociais

As redes sociais atuais incentivam com suas ferramentas, a inserção de obras com conteúdos artísticos nos perfis pessoais e profissionais, dando ênfase as suas imagens (conteúdo visual), como já é trabalhado em tais redes à alguns anos. Principalmente no período de pandemia, essas ferramentas ganharam forças e saltaram em visualizações com o aparecimento de tantos artistas visuais, musicistas e diversas outras áreas dentro do universo artístico e online.

Os internautas cada vez mais pertencem a esse universo online. Até onde isso deixa de ser positivo e torna-se uma influência negativa? O futuro da internet são as redes sociais, os artistas online ou elas estão matando as fontes de leitura?

Ser uma sociedade mais artística, também nos tornam mais humanos! Estamos em um período de constantes contradições políticas e sociais. Nos expressar artisticamente é a maneira mais rica de transmitir informações e opiniões pessoais. Este é o futuro!

Será que a permanência das obras de fatores visuais, não incentivam a leitura de outras formas? A leitura visual de obras de novos artistas que surgem online com o auxílio e possibilidades que as redes sociais nos promovem, também é uma forma de leitura e aprendizagem. Revolução e novo normal da era tecnológica.

Rubens Estevão Costa de Morais Querino e Marta Araujo Tavares Ferreira (2010, p. 3) ” É realmente surpreendente a descoberta de como todos os campos de conhecimento se conectam, sistemicamente, e que duas áreas tão distintas – Artes Visuais e Informação – possam se relacionar tão intimamente, convergindo numa forma de entender o mundo, muito característica da atualidade. É quase espantos a forma como a arte se apropria da teoria de sistemas, teoria de redes, conceitos de bancos de dados, tecnologia da informação e até mesmo códigos genéticos. Na verdade, o envolvimento das artes com as tecnologias, assim como a globalização, são ideias muito antigas, que estiveram sempre presentes na história da humanidade. A própria palavra arte já apresenta, em sua origem, a ideia de tecnicidade, de tecnologia. E ainda, o próprio objeto artístico, a obra de arte, já é por si só um mecanismo de diversas interações sociais, um dispositivo que vai muito além de sua presença física, para alcançar as questões de diversas naturezas, em diversos aspectos, atingindo uma virtualidade, tornando- se um verdadeiro laboratório de experimentações sociais”.

“Bárbara Gabriele Machado Câmara”

12 jun

Mesmo Nome, Outro Significado

A arte que conhecíamos está morta, e o culpado já foi encontrado


Hoje em dia as pessoas dizem muito que a arte está morta, e cada uma tem seus motivos, dentre falta de pintores, falta de interesse por velhos artistas, etc. Porém, estas pessoas nunca se perguntaram o seguinte: o que significa arte? A resposta que elas dariam com certeza não é a mesma que o avô delas daria e muito menos a mesma que seus netos darão, isto porque a arte nunca teve a mesma definição: o que arte significa para uma pessoa de 1500 e para uma pessoa de 2019 é completamente diferente. Há uma frase que diz “na natureza apenas uma coisa é constante e essa coisa é a mudança”.

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30 jun

#15 – Trilha sonora

Vitrine do episódio 15, com logo do degêcast mesclado com imagem de uma partitura musical

Talvez você não tenha percebido, mas ela está presente no seu dia-a-dia – e não está tão quietinha assim, não! A trilha sonora é utilizada em game design, audiovisual, artes performáticas, entre outros, e tem a função de reforçar a narrativa, dar ambiência, emoção, clímax… Ela nos guia e a gente nem se dá conta!

No degêcast #15 recebemos o musicólogo Guilherme ABC, que nos explica que “diacho” de profissão é essa e como ele começou a trabalhar com trilha sonora, além de falar sobre alguns dos principais fundamentos de utilização de música e sonoplastia nas mais diversas manifestações culturais e artísticas. Aperte o play e boas férias de julho!

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05 maio

#12 – Quero desenhar… e agora?

Vitrine do episódio número 12, com logo do degêcast mesclado com a pintura Composição VIII, de Wassily Kandinsky

Seja você um entusiasta com potencial ou um talentoso aprendiz, para desenhar você vai precisar mais do que somente aprender as técnicas tradicionais da disciplina: você terá que expandir sua visão para o desenho e, principalmente, se colocar a desenhar – botar a mão na massa!

No degêcast #12 recebemos Beta Ricci, artista visual e professora, e fazemos apontamentos sobre leitura e análise de imagens, representação figurativa e abstração, arte moderna, postura perante o desenhar, e claro, conversamos também sobre técnicas e damos dicas pra você começar a desenhar.

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