27 jun

Discurso de ódio e intolerância nas redes sociais

Como as redes sociais estão ajudando a disseminar o discurso de ódio
Foto de casal em rede social com comentários repletos de discurso de ódio

As redes sociais vieram revolucionar as nossas vidas. Passamos grande parte do nosso dia verificando postagens, seja de amigos e familiares, de empresas ou mesmo de nosso ambiente de trabalho, à procura de novos produtos e oportunidades e de notícias “frescas”. As redes sociais utilizam mídias digitais para compartilhar conteúdo para que outras tantas pessoas possam ver e comentar sobre determinado assunto. Desta forma, criou-se uma ideia de que “na internet tudo pode”. Pode-se falar sobre qualquer assunto, sem prejuízo próprio. É um ambiente fértil para os discursos de ódio. Muitos ainda confundem discurso de ódio com liberdade de expressão e acabam esquecendo do princípio fundamental, que é não ferir o próximo, seja física ou moralmente.

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13 jun

Snapchat: a rede instantânea e divertida

Rede social ganhou popularidade por sumir com publicações dos usuários em um dia

Pasta com aplicativos de redes sociais para smartphones. O ícone do Snapchat se repete nos apps do Facebook, Instagram e WhatsApp

O Snapchat, popularmente conhecido como Snap, é uma rede social que vem ganhando muito destaque entre jovens, grandes marcas e celebridades.

Com uma proposta inovadora, pelo menos até há algum tempo, o Snapchat ganhou popularidade rapidamente. Esta rede social permite que você poste fotos com um tempo determinado (1 a 10 segundos), que podem ser enviadas apenas para uma pessoa e que depois de abertas são deletadas do app e do servidor.

Essa ideia começou com Reggie Brown na Universidade de Stanford. A proposta era enviar fotos para garotas sem medo de vazarem na rede e com a ajuda de Evan Spiegel e Bobby Murphy essa ideia tornou-se o Snap.

Com filtros de cachorro, flores, arco-íris, câmera lenta e reversa, não é surpresa que o app esteja na lista dos top 10 downloads na App Store da Apple. Uma plataforma assim inovadora chamou a atenção dos jovens, que estão utilizando-a como nunca. Mas nem sempre foi assim. O Snapchat alcançou seu auge em 2015, com os filtros diversificados e uma opção de chat, facilitando a comunicação entre seus usuários.

O app tem um modo história, que deixa suas fotos ou vídeos expostos para todos da sua lista de amigos durante o período de um dia (My Story). Essa função chamou a atenção de celebridades, que podiam mostrar seu dia a dia quase em tempo real por meio de vídeos e fotos.

Com essa forte visibilidade oferecida por celebridades, a indústria identificou um potencial a ser explorado no app. A próxima atualização do Snap foi incluir uma espécie de mural online onde várias marcas (canais de TV, revistas, etc.) podem divulgar suas principais notícias, aumentando sua audiência.

Recentemente o Facebook tentou comprar o Snapchat, porém não teve sucesso. Por vingança – ou razões que não sabemos – eles plagiaram a ideia do My Story em todas as suas plataformas, provocando uma overdose nos usuários, que logo fizeram vários memes com a situação.

Em linhas gerais, o Snap é uma rede social nova constituída por imagens e vídeos com vida útil de 24 horas, com a intenção de compartilhar momentos rápidos e únicos do dia a dia de seus usuários, disponibilizando recursos diferentes para sua diversão. Se você quer uma plataforma instantânea, divertida e de curta duração, você encontrou o que procurava!

 

Foto de Murillo FernandesMurillo Fernandes

Estudante de Design Gráfico no Centro Universitário Barão de Mauá, viciado em cultura nerd e Marvel.

Este artigo é de responsabilidade de seu autor e não reflete a opinião do veículo.

23 maio

A importância do designer no meio empresarial

Mesmo sendo vetada a regulamentação da profissão de designer no Brasil, o mercado carece de profissionais qualificados na área de criação e desenvolvimento

Designer segurando fotografia impressa em frente à tela do computador

 

Hoje o meio empresarial carece muito de profissionais qualificados na área de criação e desenvolvimento de produtos e marcas inovadoras. O mercado de trabalho tem aberto as portas para os designers, pois eles são peças chave para a criação e a inovação que as empresas necessitam. Pode-se observar que as maiores empresas – não somente do Brasil, mas em todo o mundo – investem muito na área visual e na criatividade de novos rótulos e projetos inovadores.

Atualmente, a profissão de designer no Brasil não foi regulamentada pelo governo. Ainda assim, a procura por profissionais qualificados não é pouca. Pode-se dizer que ser um designer hoje é um privilégio. Como a profissão de designer não é regulamentada, muitos profissionais bem qualificados acabam perdendo seus espaços para pessoas que atuam nessa área para fazer um dinheiro extra, e que por sua vez não produzem algo de grande qualidade. No meio dos designers, eles são os famosos “sobrinhos”, que fazem o trabalho por um preço menor que um profissional qualificado, porém de pouca qualidade para o mercado.

As mídias sociais tornam-se a cada dia mais influentes para divulgação de marcas e venda de produtos e serviços. Com isso, para ter algo que atraia e influencie as pessoas, deve-se sempre pensar em idéias criativas, inovações para produtos e divulgação. É nesse momento que entram os designers. Eles estão prontos para projetar novas ideias que façam as pessoas serem atraídas por sua criatividade e por seu trabalho único. A qualidade nas peças de mídia e gráficas é extremamente importante para uma empresa que deseja tornar-se bem sucedida.

 

Foto de rosto de Matheus BaldochiMatheus Baldochi

Estudante de Design Gráfico no Centro Universitário Barão de Mauá, encontrou na fotografia e na música as referências que sempre buscou. Às vezes se arrisca a escrever canções e a fotografar com a alma. É um cristão louco de vontade de se tornar cada vez mais louco por Jesus.

Este artigo é de responsabilidade de seu autor e não reflete a opinião do veículo.

02 maio

A internet é incompetente. E a culpa é de quem?

Todos os dedos estão apontados para a internet e para as redes sociais como propagadores de conteúdo ordinário. Mas quem está por trás desses compartilhamentos?

A necessidade de se comunicar, compartilhar, ver e ser visto é uma realidade vivida por muitos hoje em dia. Fotos, vídeo, pensamentos e entretenimento compõe a rotina da maioria das pessoas que estão ligadas a todo momento, recebendo e dividindo conhecimento. Mas, não raro, sua timeline é invadida por virais e notícias que sugerem algum extremismo como “A Copa do Mundo no Brasil foi vendida em um acordo bilionário”, ainda que a Alemanha tenha feito uma campanha excepcional na competição.

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