26 out

#38 [Agenda] Design Thinking e Mentorias

Vitrine do quadro Agenda do episódio 32 do Degêcast, com uma lâmpada acessa sobre a palma de uma mãe estendida, representando a fase de Ideação da metodologia de Design ThinkingVocê já ouviu falar em Design Thinking? Sabe o que é ou como é utilizado? Já aplicou o método na sua empresa?

Design Thinking  é uma técnica/método que usa da prática e criatividade para solucionar problemas e questões de uma empresa visando os futuros resultados.  Mais que isso, o Design Thinking é uma forma de pensar baseado e focado em soluções, pensado e produzido nas diversas faces do problema.

Esse método é um estudo empírico feito pelo psicólogo, arquiteto e designer Bryan Lawson em 1972, que investigava como as pessoas resolvem problemas diferentemente umas das outras. Em seu estudo, Lawson pedia para que dois grupos de pessoas, um grupo de engenheiros em pós-graduação e outro grupo de alunos de arquitetura do último ano, criassem uma estrutura térrea com blocos coloridos. O perímetro da construção deveria ser construído de forma a otimizar a cor vermelha ou azul, no entanto, havia certas regras para a colocação dos blocos e suas relações. Ao findar o exercício, Lawson concluiu que os engenheiros tentaram resolver o problema por análise; já os arquitetos pela síntese.

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19 out

#37 [Degeek] Coisas que amamos odiar

Vitrine do episódio 32, quadro Degeek, sobre coisas que amamos odiar, com imagem do personagem Thor rodeado por Comic Sans e soltando um raio estilo Romero Britto

Amamos odiar e odiamos amar: a neurofilo-sócio-psicologia dos sentimentos

Entre as linhas relacionais mais tênues, com certeza o amor e ódio são as “celebridades” do assunto. Infinitos são os filmes, séries, novelas e livros que retratam esse tema. Alguns apelativos, outros cômicos, mas falar sobre amor e ódio é, em geral, garantia de se fazer ouvir. O que a psicologia, a sociologia, a filosofia e a neurociência tem a dizer sobre isso?

Para a neurociência o amor está atrelado a uma série de substâncias liberadas na corrente sanguínea que nos impedem de agir racionalmente. Segundo artigo da revista Scientific American, cientistas descobriram que as áreas no nosso cérebro que respondem a esses sentimentos são as mesmas, o que torna o tema ainda mais interessante.

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12 out

#36 [Brainstorm] Design Editorial da Farofa Magazine

Imagem para post no Facebook do quadro Agenda do episódio 32, sobre design editorial,motivação, inspiração para realização de um projeto, foto da capa da revista farofa magazine dentro de uma forma retangular vertical diagonal azul

Do design editorial a ideias inovadoras, qual sua motivação?

Um design editorial, projeto gráfico, uma ideia inovadora, o que te inspira? Quais projetos você já desempenhou porque acreditava no seu conteúdo apesar de estar na contramão?  Quem nunca viu algo feito genuinamente com carinho, dedicação, pensado a cada milímetro? Estou falando daqueles projetos que reconstroem a esperança interior de cada indivíduo a partir das experiências e bagagens que ele carrega.  Num mundo digital, produções como essas estão quase extintas, mas, vez ou outra, você encontra uma na multidão.

Certa vez, por indicação de um professor da área de economia, ouvi um Ted Talk Show de 2009 ministrado por um consultor de marketing e motivacional chamado Simon Sinek. O autor do livro Start With Why: How Great Leaders Inspire Everyone to Take Action, em tradução livre “Comece com por que: Como grandes líderes inspiram todos a agir”, inicia sua abordagem refletindo sobre porque algumas empresas ou líderes se destacam.  Apesar de estarem no mesmo ambiente, com os mesmos recursos e com as mesmas chances alguns são mais bem-sucedidos, e ele continua dizendo que a diferença se dá através do pensamento recorrente dessas pessoas.

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05 out

#35 [Agenda] HackRibeirão 2017

A cultura dos Hackatons e a geração de ideias inovadoras

Você já ouviu falar, sabe o que é ou já participou de um Hackaton?

O termo é a junção das palavras em inglês to hack e marathon  que significam sucessivamente “quebrar”, em tradução livre, e “maratona”. Juntas elas dão significado ao termo que hoje tem conotação de maratona de programação e solução. Nesses eventos  hackers, programadores, designers, profissionais da área de administração e outros se reúnem para desenvolver, explorar, desvendar linhas de códigos, discutir ideias e opiniões por horas, dias ou até semanas. Os principais benefícios desses eventos são a transparência e visibilidade nas atividades, bem como a divulgação de novos projetos e produtos que em geral, possuem a característica de “menos é mais”.

Seu primeiro formato, datado do final dos anos 90, era focado na produção de códigos e criptografias que pudessem melhorar o ramo da programação de softwares. Hoje as maratonas são organizadas com temas, regras, regulamentações, resultados e número de participantes específicos e, além disso, são eventos “relâmpagos” com 24, 36 e até 48 horas de duração.

No Brasil, os eventos iniciaram por volta de 2010 e se espalharam por todo o território nacional, sendo hoje considerado um dos melhores métodos para criar novos formatos, aplicações, produtos e soluções.  Com destaque para maratonas feitas pelos setores públicos como a  1ª Hackathon da Câmara Municipal de São Paulo e o Hackathon do Governo de Minas Gerais. Esses eventos visavam obter soluções simples para grandes problemas de cidades como São Paulo e Belo Horizonte.

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