21 abr

Resenha: O que é [e o que nunca foi] design gráfico – parte 3

Dando continuidade à sequência de posts com a resenha do livro de André Villas Boas que dá título a esse post, iremos analisar nesse texto os aspectos funcionais-objetivos, ou seja, de função, que o autor utiliza como critério para definir uma peça como sendo um projeto de design gráfico (leia também a parte 1 e a parte 2 dessa resenha).

Aspectos funcionais-objetivos

No aspecto funcional-objetivo, são peças de design gráfico projetos gráficos que, utilizando elementos visuais (textuais ou não), têm como finalidade comunicar uma mensagem ou persuadir o observador, guiar sua leitura ou vender um produto. Esta definição exclui o design informacional – que tem como compromissos essenciais a comunicação imediata, a usabilidade e os aspectos ergonômicos, tais como peças de sinalização, manuais de instrução, bulas de remédio, etc.

Mas por que Villas-Boas faz essa diferenciação?

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14 abr

Resenha: O que é [e o que nunca foi] design gráfico – parte 2

Na parte 1 dessa resenha, vimos que definir design gráfico não é uma tarefa simples. Se tentarmos sintetizar em uma única frase, corremos o risco de pecar pela imprecisão da definição apresentada. Por outro lado, se incluirmos muitos casos específicos e peculiares, fica difícil abarcar todos esses casos na definição.

Vimos também que André Villas-Boas apresenta quatro aspectos básicos que precisam ser levados em consideração para definir design gráfico:

– formais;
– funcionais-objetivos (ou somente funcionais);
– metodológicos;
– funcionais-subjetivos, (ou simbólicos).

Aqui, na parte 2 da resenha de seu livro O que é [e o que nunca foi] design gráfico, vamos analisar os aspectos formais propostos pelo autor.

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07 abr

Resenha: O que é [e o que nunca foi] design gráfico – parte 1

Se definir “design gráfico” fosse tarefa fácil, esse problema já estaria resolvido a essa altura do campeonato – pleno século XXI, comunicação visual presente em alta escala em nosso dia a dia, etc.

Esse post não tem como objetivo encerrar o assunto. É apenas uma resenha da primeira parte do livro de André Villas-Boas que dá título a este post, em que ele apresenta elementos interessantes para pensarmos essa questão.

Como uma boa pesquisa acadêmica (o livro nasceu de sua dissertação de mestrado), sua visão é restritiva, ou seja, define circunstâncias bem específicas para enquadrar objetos dentro do campo do design gráfico.

Design gráfico é arte? Está atrelado à revolução industrial? Vamos analisar estes e outros pontos no texto a seguir.

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